E lá do meio da estrumeira por onde costuma javardar, o porkinho da sobrancelha roncou!
Na sua condição de elemento mais descartável da vara e desejoso de agradar ao barrasco-mor, dono e senhor do destino, que será sempre sujo, do porkinho da sobrancelha!
Omitindo passado javardo e prometendo futuro igual!
Para gáudio de uma multidão de outros pequenos porkinhos ( a quem o barrasco-mor chama carinhosamente de filhos da puta!) que, javardando por estrumeiras muito mais desguarnecidas, salivam ao sinal dos mais pequenos salpicos de lavadura que lhes pingue!
Para quando o abate?
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