Durante uns largos anos que vivi e trabalhei no Alentejo "profundo", habituei-me a conviver com as oliveiras e as suas formas mais estranhas de crescimento e sobrevivência.
Claro que não falo daquelas que hoje vemos por esses olivais mecanizados fora, onde parece que pegaram numa, enfiaram-na numa fotocopiadora e fizeram milhares de cópias!
Falo daquelas com muitos anos em cima, algumas centenárias, nalguns casos atingidas por mais que um raio ao longo da sua vida.
E, dizem os entendidos, que o melhor néctar provém destas árvores torcidas e retorcidas, sofredoras, à conta das agruras das temperaturas extremas, para além dos raios e outras incidências da meteorologia.
E se há pessoas que, carregando esta árvore no seu próprio nome, muito se assemelham à dita, o António, Toni para os amigos, conhecidos, desconhecidos e se calhar alguns inimigos porque há quem não suporte a sua forma de estar na vida (ou doutros que tal), é uma delas!
E quero deixar duas coisas bem claras:
1 - Foi uma honra ter-te visto jogar ao vivo e à Benfica!
2 - É uma honra ter-te como uma referência do Benfiquismo!
Tudo o resto, as agruras da vida, os raios que de vez em quando nos caem em cima (também tenho nome de árvore!), as invejas e as maledicências não nos conseguem interromper a vontade de viver e de conviver!
Viva TU!
Viva o S.L.B.!
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